Home Data de criação : 07/09/22 Última atualização : 09/01/08 18:53 / 158 Artigos publicados
 

SÁBADO DE MANHà escrito em sábado 20 setembro 2008 10:22

Os dias sem sol me amarguram e limitam, como se me tapassem os horizontes.

Deixo cair os braços numa inércia baça  e sem alma.

Olho as telas brancas que me insultam em gritos de impotência. Procuro consolo nas palavras e estas se riem de mim - insolentes e vis - como se não me pertencessem.

 

Fico assim

entre quatro paredes abolutamente vazia e só.

Aguardando o temporal que se avizinha.

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Todos os comentários desse artigo:
SÁBADO DE MANHÃ

  • LuizaCaetano

    Seg 29 Set 2008 12:38

    Ai, Carmen,
    os partos ensaguentados de cada poema, são processos muito complexos do poeta.. Neles existe dor e angústia e, muitas vezes uma parceria em forma de cruz-crucificadamente.
    Beijos
    e obrigado por participar aqui

  • mailtocarmenlarangeira

    Seg 29 Set 2008 11:45

    Como não sentir o apelo,da alma de um poeta.Transpondo toas as barreiras e encontrando a profuna comunhão mesmo enttre parades brancas e vazias.Mesmo com janaelas abertas ou fachadas.Eia profunda comunhão de linhas e letras em todos os horizontes.

  • mailtocarmenlarangeira

    Seg 29 Set 2008 11:44

    Como não sentir o apelo,da alma de um poeta.Transpondo toas as barreiras e encontrando a profuna comunhão mesmo enttre parades brancas e vazias.Mesmo com janaelas abertas ou fachadas.Eia profunda comunhão de linhas e letras em todos os horizontes.

  • Llyz!

    Sáb 20 Set 2008 18:34

    Olá!!
    Boa Tarde...
    Desejo-lhe um final de semana de muita paz.
    Fique com Deus.
    Llyz!