Os dias sem sol me amarguram e limitam, como se me tapassem os horizontes.
Deixo cair os braços numa inércia baça e sem alma.
Olho as telas brancas que me insultam em gritos de impotência. Procuro consolo nas palavras e estas se riem de mim - insolentes e vis - como se não me pertencessem.
Fico assim
entre quatro paredes abolutamente vazia e só.
Aguardando o temporal que se avizinha.


queridaaaaaa!



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